Mas que cooooisa! Políticos e poderosos passam a maior parte do tempo discutindo, trocando acusações, analisando, investigando coisas que não serão concluídas nunca e muito menos descobertas em profundidade.
Um verdadeiro blá blá blá remunerado que visa apenas à manutenção do poder. Nesse meio tempo, a pilha de trabalhos vai só aumentando e já deve estar acima da estratosfera a essa altura do campeonato.
Assim tem sido nosso dia a dia nos últimos tempos. E bota tempo nisso.
Denúncias, fatos, desmentidos, provas, desvios disso ou daquilo, evidências, falta de vergonha e outros ingredientes chovem de provocar enxurradas. Um ingrediente mistura no outro e forma aquele bolo que envenena o povo, que ainda resiste, talvez, pelo fato de ser um povo heróico de um brado retumbante! Berra, berra e não consegue nada a não ser pagar mais impostos ou ficar endividado.
Enquanto tudo isso acontece, o principal vai ficando para trás. Falo dos serviços básicos que servem de referência para classificar o desenvolvimento de um povo. Desenvolvimento de grandes empresários e banqueiros é outra coisa. Povo é o mesmo que escadaria. Só serve para se chegar lá. De resto, vão ficando buracos e mais buracos, especialmente nas estradas do País!
Mas, infelizmente, o que dita as modas e o estado de coisas é sempre o dinheiro e o poder, daí, fica mais difícil nadar contra essa correnteza de lama imunda. Ou seja, quem pode, pode, que não pode se sacode, mesmo que seja por um poder ignorante.
O dia a dia de todos nós. Os fatos que ocorrem. O exercício da cidadania. A qualidade das relações humanas. Educação, que gera respeito para que o cidadão exija seus direitos e cumpra seus deveres.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
DUM DUM pode ser a solução...
Será que temos solução no Brasil para acabar com tanta falta de educação e de vergonha? Gente, o noticiário não me deixa fantasiar, “viajar na maionese”! A gente está tropeçando na falta de educação geral, na corrupção, nos corruptos, nos safados, nos caras de pau! De norte a sul, de leste a oeste. Pior, a cara de pau é tanta que, ao final, muita gente ainda fica duvidando se tanta falta de vergonha existe. Há muitos crédulos nos discursos dos velhacos. Será que é a mídia com o seu poder, que produz tanta coisa ruim no País? Será “invencionice” no meio de todos os jogos de poder?
Bom, deixa pra lá porque até as coisas se organizarem num nível de qualidade de vida geral, todos nós, hoje de olhos arregalados, já estaremos, há muito, comendo capim pela raiz. Deixa quem quiser pensar que, se está montado num bonito carrão e tem um patrimônio legal, isso é que é viver bem. Então, vamos viver!
Olhando os fatos ao meu redor, só me vem à cabeça um anúncio que vi em Lisboa, da primeira vez que lá estive. Português de Portugal torna-se engraçado porque ele fala o óbvio, o objetivo com simplicidade e redundância. Estava escrito na lataria de um ônibus que passava: “Com DUM DUM é o fim”. Mais nada explicava o anúncio, a não ser a foto estampada de uma antiga bomba de espalhar inseticida no ar. Fiquei com isso na cabeça até hoje e são passados vinte anos. Quem sabe não precisamos de muito DUM DUM aqui no Brasil? Aquele anúncio me passou a forte idéia de que o inseticida tinha um poder incrível. Devia ser porreta.
Bom, deixa pra lá porque até as coisas se organizarem num nível de qualidade de vida geral, todos nós, hoje de olhos arregalados, já estaremos, há muito, comendo capim pela raiz. Deixa quem quiser pensar que, se está montado num bonito carrão e tem um patrimônio legal, isso é que é viver bem. Então, vamos viver!
Olhando os fatos ao meu redor, só me vem à cabeça um anúncio que vi em Lisboa, da primeira vez que lá estive. Português de Portugal torna-se engraçado porque ele fala o óbvio, o objetivo com simplicidade e redundância. Estava escrito na lataria de um ônibus que passava: “Com DUM DUM é o fim”. Mais nada explicava o anúncio, a não ser a foto estampada de uma antiga bomba de espalhar inseticida no ar. Fiquei com isso na cabeça até hoje e são passados vinte anos. Quem sabe não precisamos de muito DUM DUM aqui no Brasil? Aquele anúncio me passou a forte idéia de que o inseticida tinha um poder incrível. Devia ser porreta.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Seriam os pedófilos comunistas enrustidos?
Esse absurdo de “gostar” de criancinhas, parece ser um fato mais comum no Brasil do que a gente possa imaginar. O que mais me intriga nisso tudo é que, às vezes, o sujeito denominado pedófilo é também pai de crianças ou já de adolescentes.
Anos atrás eu pensava que os “tarados” eram aqueles caras problemáticos de cabeça, sem grana para pagar uma mulher e ou largados de uma família. Mas não, para minha surpresa, há pedófilos de nível superior, bem empregados, podem ser originários até mesmo de famílias ditas boas e decentes. Podem ser empresários, homens públicos, podem ter grana ou não. Pior, a grana muitas vezes até favorece o pedófilo que “arranja” suas vitimas nesse terrível esquema que se formou no Brasil.
Uma doença, com certeza. Um horror a gente descobrir que muitos “machões” não têm a coragem de sair em busca de uma mulher adulta ou até atrás de outro homem adulto.
Será que existem mulheres que também praticam esse negócio absurdo? Porque até agora o noticiário só dá conta de pessoas do sexo masculino.
Paradoxalmente, essa história de desejar criancinhas parecia ser no passado político brasileiro, uma perigosa ação de comunistas. Assim corria a lenda nos tempos da ditadura militar, por exemplo. Nos tempos daquela União Soviética fechada e misteriosa, dizia-se por aqui que quem gostava de comer criancinhas eram os comunistas.
Anos atrás eu pensava que os “tarados” eram aqueles caras problemáticos de cabeça, sem grana para pagar uma mulher e ou largados de uma família. Mas não, para minha surpresa, há pedófilos de nível superior, bem empregados, podem ser originários até mesmo de famílias ditas boas e decentes. Podem ser empresários, homens públicos, podem ter grana ou não. Pior, a grana muitas vezes até favorece o pedófilo que “arranja” suas vitimas nesse terrível esquema que se formou no Brasil.
Uma doença, com certeza. Um horror a gente descobrir que muitos “machões” não têm a coragem de sair em busca de uma mulher adulta ou até atrás de outro homem adulto.
Será que existem mulheres que também praticam esse negócio absurdo? Porque até agora o noticiário só dá conta de pessoas do sexo masculino.
Paradoxalmente, essa história de desejar criancinhas parecia ser no passado político brasileiro, uma perigosa ação de comunistas. Assim corria a lenda nos tempos da ditadura militar, por exemplo. Nos tempos daquela União Soviética fechada e misteriosa, dizia-se por aqui que quem gostava de comer criancinhas eram os comunistas.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Um ato milenar, igual e único
Quem quiser pode contestar, mas o fato é que, a única coisa que praticamente nos iguala neste mundo, é o ato de fazer cocô. Falo do ato e não do local para o procedimento, pois este obviamente é de acordo com o dono da situação. As diferenças no mundo são imensas, todavia o ato de defecar é único e milenar. O vaso sanitário pode ser de ouro, de louça, de inox ou de qualquer outro material nobre. Pode estar rodeado de “porcelanatos”, pode não existir, uma simples moita em qualquer lugar pode substituir o tão sanitário receptáculo. Mas, o cocô é um só, saia ele do rico, do pobre, do mendigo ou da celebridade, pois se alguém não o faz é porque está morto.
Esta reflexão é meio estranha, porém se faz necessária de vez em quando porque ninguém neste mundo, mas ninguém mesmo está livre de uma caganeira, nem que seja uma só vez na vida. Portanto, olho vivo nas cagadas.
Esta reflexão é meio estranha, porém se faz necessária de vez em quando porque ninguém neste mundo, mas ninguém mesmo está livre de uma caganeira, nem que seja uma só vez na vida. Portanto, olho vivo nas cagadas.
terça-feira, 3 de junho de 2008
"O Meu é Maior do que o Seu"...
Embora qualquer um que tenha os miolos no lugar certo, já houvesse observado o que ocorre na prática, finalmente, especialistas de diversos setores estão afirmando pela mídia que, em geral, os motoristas brasileiros “não têm educação”. Até que enfim a constatação sem meias palavras. Sem aquele jeitinho brasileiro de acobertar certas coisas para não ficar mal na fita.
Acontece que, essa falta de educação é tudo. Vai da ausência da educação de base, da falta de noção dos efeitos da física, da matemática, da própria direção, etc., até a total falta de respeito às regras estabelecidas pela sociedade. Passa também pela prepotência, pela arrogância de alguns, de que as regras são para os babacas cumprirem. Esses são sempre os “bons”, os que tudo podem, são os que têm o “carro mais bonito e mais potente”. Diga-se de passagem, que a tal da potência muitas vezes está só no motor do carro, que, na verdade, pode ser mesmo bonitão, com aquela lataria polida e reluzente.
Certo é que as cidades estão inchando de automóveis, de fumaça, de ruas esburacadas e de gente sem educação e respeito ao trânsito. Todo mundo estressado, querendo chegar meio metro à frente do outro. Nem vou falar da revoada daquelas motos intoleráveis, que passam levando os espelhos dos carros e amassando a porta dos mesmos. A impressão que se tem é que uma minoria respeita às regras e aos outros nas ruas, embora corra sério risco de ser esmagada literalmente em breve. Não demora muito. Tudo indica que está “tudo dominado” mesmo, com as cachorras e tudo. A coisa chega a ser imbecil.
Acontece que, essa falta de educação é tudo. Vai da ausência da educação de base, da falta de noção dos efeitos da física, da matemática, da própria direção, etc., até a total falta de respeito às regras estabelecidas pela sociedade. Passa também pela prepotência, pela arrogância de alguns, de que as regras são para os babacas cumprirem. Esses são sempre os “bons”, os que tudo podem, são os que têm o “carro mais bonito e mais potente”. Diga-se de passagem, que a tal da potência muitas vezes está só no motor do carro, que, na verdade, pode ser mesmo bonitão, com aquela lataria polida e reluzente.
Certo é que as cidades estão inchando de automóveis, de fumaça, de ruas esburacadas e de gente sem educação e respeito ao trânsito. Todo mundo estressado, querendo chegar meio metro à frente do outro. Nem vou falar da revoada daquelas motos intoleráveis, que passam levando os espelhos dos carros e amassando a porta dos mesmos. A impressão que se tem é que uma minoria respeita às regras e aos outros nas ruas, embora corra sério risco de ser esmagada literalmente em breve. Não demora muito. Tudo indica que está “tudo dominado” mesmo, com as cachorras e tudo. A coisa chega a ser imbecil.
domingo, 1 de junho de 2008
Certas coisas me deixavam p. da vida
Meu pai dizia certas coisas que me deixavam puto da vida. E ele acrescentava: “um dia vocês vão entender o que estou dizendo... um dia todo mundo acaba entendendo”...
Passados muitos anos, vi que ele tinha razão na maioria das coisas que falava sobre a vida. Sou feliz porque a “ficha” caiu legal e compreendi. A vida ensina e como ensina, na medida em que a gente cai no grande caldeirão! Somos inevitavelmente cozidos, assados, ensopados, ou pelo menos saímos chamuscados. Infelizmente há muita gente que chega aos oitenta, noventa, e a ficha não cai.
Amanheci pensando nisso, pois lembrei que estamos iniciando junho, mês dos Namorados. Namorados que são filhos, que têm ou tiveram pais e que serão pais também mais cedo ou mais tarde. Aliás, a vida é mais gostosa quando se namora. Pena que não dá tempo para se namorar eternamente.
Em geral, como filhos, quase nunca estamos satisfeitos integralmente com o pai ou com a mãe que temos ou tivemos, apesar daquela festividade toda nas datas determinadas para homenagear pais e mães. Como pais, sempre achamos que fizemos o melhor pelos filhos.
Hoje é muito comum filhos, com mais de trinta anos de idade, serem sustentados pelos pais que assim o podem fazer. Alguns não podem, mas até se endividam para ajudar. O envolvimento de pais e filhos, a participação geral nos problemas da família é coisa do passado. Problemas? Já chegam os diários, que aparecem sem ninguém pedir, dizem. A ordem geral dos dias atuais é só gozar, é só alegria. Quem quiser que arranque seus cabelos, até aqueles das partes mais baixas. Coisas da vida ou... que coooisa!
Passados muitos anos, vi que ele tinha razão na maioria das coisas que falava sobre a vida. Sou feliz porque a “ficha” caiu legal e compreendi. A vida ensina e como ensina, na medida em que a gente cai no grande caldeirão! Somos inevitavelmente cozidos, assados, ensopados, ou pelo menos saímos chamuscados. Infelizmente há muita gente que chega aos oitenta, noventa, e a ficha não cai.
Amanheci pensando nisso, pois lembrei que estamos iniciando junho, mês dos Namorados. Namorados que são filhos, que têm ou tiveram pais e que serão pais também mais cedo ou mais tarde. Aliás, a vida é mais gostosa quando se namora. Pena que não dá tempo para se namorar eternamente.
Em geral, como filhos, quase nunca estamos satisfeitos integralmente com o pai ou com a mãe que temos ou tivemos, apesar daquela festividade toda nas datas determinadas para homenagear pais e mães. Como pais, sempre achamos que fizemos o melhor pelos filhos.
Hoje é muito comum filhos, com mais de trinta anos de idade, serem sustentados pelos pais que assim o podem fazer. Alguns não podem, mas até se endividam para ajudar. O envolvimento de pais e filhos, a participação geral nos problemas da família é coisa do passado. Problemas? Já chegam os diários, que aparecem sem ninguém pedir, dizem. A ordem geral dos dias atuais é só gozar, é só alegria. Quem quiser que arranque seus cabelos, até aqueles das partes mais baixas. Coisas da vida ou... que coooisa!
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